segunda-feira, 21 de maio de 2012

PACHAMAMA 5 - Convocatória!


Salve, Pachamadas e Pachamados!

Abaixo há 7 pontos de convocação para você se preparar até o grande sábado:

1. Oriente-se!
O Encontro desta vez não tem início na sexta-feira à noite, este encontro , diferente dos outros, será no sábado e domingo no Acampamento do MST Comuna da Terra Ir. Alberta. Assim, nos encontraremos no Sábado 26/05 às 8h da manhã na Estação Tatuapé.
 
2. Prepara-se!
Alojamento - No sábado a noite para dormir, vocês serão distribuídos pelas casas das famílias do acampamento, que de coração aberto acolherão a cada um de vocês, assim énecessário levar colchonetes ou colchão de ar ou saco de dormir (caso alguém não tenha, veja se alguém no próprio grupo pode emprestar). Levem também cobertor, já que essa época do ano é muito fria.
 
Trabalho - Os acampamentos do MST se mantém através do trabalho das famílias integrantes do movimento e do trabalho de grupos que apoiam o movimento, como nós. Por isso, nosso grupo contribuirá ajudando-os a reconstruir uma horta local. É importante que vocês se preparem para isso, no sábado, usem roupas que sejam confortáveis para o trabalho no campo. Nós estaremos lá não como visitantes, mas contribuindo para que a luta desse povo fique mais forte.
 
Utensílios – Dessa vez é necessário que cada pachamad@ leve um kit de utensílio para alimentação: Caneca, Prato e Talheres. (material inquebrável e não descartável), lá faremos nossas alimentações coletivas.
 
3. Aproprie-se!
Visite o Blog do Pachamama e leia todo material postado como referência para esse encontro:
 

Texto sobre o acampamento Irmã Alberta; "Não ao lixão: por terra, trabalho e pão"; Vídeo sobre MST; http://horasparapachamama.blogspot.com.br/2012/05/nao-ao-lixao-por-terra-trabalho-e-pao.html

- Texto e vídeo sobre a “Carta da Terra”;

http://horasparapachamama.blogspot.com.br/2012/05/voce-sabe-o-que-e-carta-da-terra.html

Texto e vídeo: “Vozes silenciadas”


4. Inspire-se!
Veja esse vídeo e use como inspiração e reflexão para o nosso próximo encontro:
 

 
5. Organize-se! 
Se você mora na região do interior ou da baixada santista e achar mais conveniente vir à São Paulo na noite anterior para conseguir chegar no horário no sábado, entre em contato com algum “Pachamado” paulistano que conhece e verifique a possibilidade de local para pouso. Se encontrar alguma dificuldade, comunique a coordenação.
 
6. Responsabilize-se!
Você é padrinho ou madrinha de alguém do grupo. Durante esta semana, ligue para sua afilhada ou afilhado. Cuide para que esteja presente, assim como você! Lembre-se da importância de cuidarmos uns dos outros.

7. Celebre-se!
Nestes próximos 7 dias, as 7 da noite ou 7 da manhã, reze e pense no grupo, pense na luta. Use a rede social para compartilhar mensagens e entrar em sintonia com o grupo. Prepare suas mãos e o seu coração para o trabalho da partilha do pão.

Equipe
Eu sou + 7 x 7.

domingo, 13 de maio de 2012

"Não ao lixão: por terra, trabalho e pão"

Conheça um pouco da história do acampamento "Comuna da Terra Irmã Alberta,
entre no link abaixo:



Conheça também um pouco mais da história do MST, com esse vídeo:


Equipe "Eu sou + 7 x 7"

domingo, 6 de maio de 2012

Você sabe o que é a Carta da Terra?


A Carta da Terra é uma declaração de princípios éticos fundamentais para a construção, no século 21, de uma sociedade global justa, sustentável e pacífica.  Busca inspirar todos os povos a um novo sentido de interdependência global e responsabilidade compartilhada voltado para o bem-estar de toda a família humana, da grande comunidade da vida e das futuras gerações. É uma visão de esperança e um chamado à ação. 
A Carta da Terra se preocupa com a transição para maneiras sustentáveis de vida e desenvolvimento humano sustentável. Integridade ecológica é um tema maior. Entretanto, a Carta da Terra reconhece que os objetivos de proteção ecológica, erradicação da pobreza, desenvolvimento econômico eqüitativo, respeito aos direitos humanos, democracia e paz são interdependentes e indivisíveis. Consequentemente oferece um novo marco, inclusivo e integralmente ético para guiar a transição para um futuro sustentável. 
A Carta da Terra é resultado de uma década de diálogo intercultural, em torno de objetivos comuns e valores compartilhados. O projeto da Carta da Terra começou como uma iniciativa das Nações Unidas, mas se desenvolveu e finalizou como uma iniciativa global da sociedade civil. Em 2000 a Comissão da Carta da Terra, uma entidade internacional independente, concluiu e divulgou o documento como a carta dos povos.
A redação da Carta da Terra envolveu o mais inclusivo e participativo processo associado à criação de uma declaração internacional.  Esse processo é a fonte básica de sua legitimidade como um marco de guia ético. A legitimidade do documento foi fortalecida pela adesão de mais de 4.500 organizações, incluindo vários organismos governamentais e organizações internacionais.  
À luz desta legitimidade, um crescente número de juristas internacionais reconhece que a Carta da Terra está adquirindo um status de lei branca (“soft law”). Leis brancas, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos são consideradas como moralmente, mas não juridicamente obrigatórias para os Governos de Estado, que aceitam subscrevê-las e adotá-las, e muitas vezes servem de base para o desenvolvimento de uma lei stritu senso (hard law).
Neste momento em que é urgentemente necessário mudar a maneira como pensamos e vivemos, a Carta da Terra nos desafia a examinar nossos valores e a escolher um melhor caminho. Alianças internacionais são cada vez mais necessárias, a Carta da Terra nos encoraja a buscar aspectos em comum em meio à nossa diversidade e adotar uma nova ética global, partilhada por um número crescente de pessoas por todo o mundo. Num momento onde educação para o desenvolvimento sustentável tornou-se essencial, a Carta da Terra oferece um instrumento educacional muito valioso.






Conheça aqui o texto da CARTA DA TERRA.


Mais informações consulte: Carta da Terra Brasil.




Equipe Eu sou + 7 x 7 - Pachamama.

domingo, 29 de abril de 2012

Compartilhando o pão...

As Pachamadas: Elaine Adriana partilham o pão do 4º Encontro, "... O pedido que se pensou, o destino que se cumpriu..."







Pachamad@s vamos tod@s partilhar fotos, vídeos, textos, contando e mostrando como estão usando o fermento, "símbolo" do 4º encontro.


Mande para o meu e-mail vandeipj@yahoo.com.br.


Assim vou publicando aqui no Blog e vamos compartilhando nossas lutas!


P.S.Elaine e Adriana falem um pouco de onde e como usaram esse pão.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Conhecendo a terra onde pisaremos...

VOZES SILENCIADAS.

Pesquisa analisa a cobertura da mídia sobre o MST durante a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito de 2010.

 João Brant

Os problemas na cobertura do MST não vêm da falta de conhecimento ou de acesso a informações pelos repórteres, mas sim de opções ideológicas feitas pelos meios de comunicação, tanto nas redações quanto nas direções
É perceptível que os movimentos sociais são cobertos de forma parcial pelos grandes meios de comunicação, mas raramente as organizações se debruçam para mostrar como isso acontece concretamente. Motivado por essa curiosidade, o Intervozes realizou uma pesquisa sobre a cobertura feita pela mídia impressa e televisão sobre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no período da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, realizada em 2010 para investigar o movimento.
Os resultados não são exatamente surpreendentes. Pesquisados três jornais, três revistas semanais e dois telejornais, foram encontradas 301 matérias que citam o MST, entre reportagens e textos opinativos. O MST é tema, mas raramente é fonte – em apenas 18,9% o próprio movimento é ouvido. Além disso, há uma clara abordagem pejorativa: dentro do conjunto analisado, foram encontrados termos negativos em 59,1% das matérias. São quase 200 diferentes expressões negativas utilizadas para se referir ao movimento.
As matérias quase não abordam o tema da reforma agrária, que aparece em apenas 14,6% delas. Mais grave: em apenas 13% das matérias são citados dados estatísticos e em 13,6% são citadas legislações. No caso dos telejornais, esse número é 0% para dados e para legislação. Para piorar, das seis matérias veiculadas no período no Jornal Nacional e no Jornal da Record, apenas uma apresenta posições divergentes.
Esse conjunto de informações demonstra uma abordagem fortemente editorializada e panfletária por parte dos órgãos de mídia. Embora as conclusões não sejam surpreendentes, elas dão suporte à percepção da maioria dos observadores atentos. Deve-se ressaltar que o MST é um movimento conhecido, com assessoria de imprensa disponível para contatos dos jornalistas e com várias informações organizadas em sua página. Isso reforça o entendimento de que os problemas na cobertura não vêm da falta de conhecimento ou de acesso a informações pelos repórteres, mas sim de opções ideológicas feitas pelos meios de comunicação, tanto nas redações quanto nas direções. O estudo se chama Vozes Silenciadas e está disponível para baixar no link abaixo:


sábado, 24 de março de 2012

Convocatória PACHAMAMA 4.

Salve, Pachamadas e Pachamados!
A partir de hoje, faltam 7 dias para nosso próximo encontro!
Abaixo há 7 pontos de convocação para você se preparar até o grande sábado:

1. Prepara-se!
Este encontro será apenas de um dia, no sábado, dia 31 de Março. Por isso, precisamos de você integralmente nele. O encontro iniciará as 9h00 com um café e deve encerrar às 20h00 após nossa celebração. Durma cedo na noite anterior, descanse e prepare seu coração e seu corpo para o encontro.


2. Responsabilize-se!
Você é padrinho ou madrinha de alguém do grupo. Durante esta semana, ligue para sua afilhada ou afilhado. Cuide para que esteja presente, assim como você! Lembre-se da importância de cuidarmos uns dos outros.

 3. Oriente-se!
Os encontros de sábado tem um caráter mais “teórico” e menos “vivencial” como os encontros de final de semana. Para aproveitarmos bastante daquilo que o encontro poderá proporcionar, é fundamental que você comece a se apropriar do tema ainda antes do encontro. Por isso, não se esqueça de ler o Texto de Referência, “Como Trabalhar com o Povo” (Clodovis Boff) aqui no Blog.


4. Aproprie-se!
Leia o texto referência e para se apropriar do tema participe do “Fórum de Discussão” que está aqui no Blog, deixe lá suas impressões e troque ideias com os outros pachamados sobre o tema.

5. Localize-se!
 O encontro acontecerá na Paróquia Imaculada Conceição – região da Av. Paulista - Av. Brigadeiro Luiz Antônio 2071 - Próximo da estação do Metrô Brigadeiro.

6. Organize-se! 
Se você mora na região do interior ou da baixada santista e achar mais conveniente vir à São Paulo na noite anterior para conseguir chegar no horário no sábado, entre em contato com algum “Pachamado” paulistano que conhece e verifique a possibilidade de local para pouso. Se encontrar alguma dificuldade, comunique a coordenação.

7. Celebre-se!
Nestes próximos 7 dias, as 7 da noite ou 7 da manhã, reze e pense no grupo, pense na luta. Use a rede social para compartilhar mensagens e entrar em sintonia com o grupo. Prepare suas mãos e o seu coração para o trabalho da partilha do pão.



Te vejo no sétimo dia!
Forte abraço,
“Eu sou+7x7”

terça-feira, 13 de março de 2012

Material de Estudos 4º encontro.

A temática do 4º encontro, “Caixa de Ferramentas”, uma conversa sobre práticas e ações na militância, será uma ótima oportunidade de conhecer diferentes práticas e materiais que poderão enriquecer e nos alimentar na luta.
Essa “caixa de ferramentas”, podemos também entendê-la com uma caixa de frutas maduras para se comer e boas sementes para se plantar.
È dessa forma que se apresenta o material de estudos para esse encontro, o livro “Como trabalhar com o povo” de Clodovis Boff, entendido como uma primeira cesta de frutas colhidas no vasto campo do trabalho educativo e político do povo e com ele.

Alimento e semente oferecidos aos muitos agentes do trabalho popular.

Boa leitura.

Texto: "COMO TRABALHAR COM O POVO" - Clodovis Boff

Equipe "Eu sou + 7 x 7"

Quem sou eu

Minha foto
O Projeto "Eu Sou + 7 x7" é um curso de formação de lideranças jovens, historicamente voltado para dar suporte ao trabalho da Pastoral da Juventude. Este curso é oferecido pelo IPJ às coordenadoras/es e animadores/as do trabalho pastoral e social. O número é 50 (cinquenta jovens lideranças) e o tempo é 7 (sete encontros bimestrais) num ciclo de um ano que abordam temas ligados à Formação Integral. Este projeto teve início na PJ da diocese de São Miguel Paulista no ano de 1997 onde aconteceram suas três primeiras edições (Jubileu, Pentecostes e Kairós). Em 2007 o IPJ retomou tal proposta de formação, reformulou a estrutura do projeto, ampliou sua região de abrangência e firmou parceria com a DKA da Áustria. O IPJ já realizou duas edições do projeto (Ruah e Êxodos)e, atualmente, desenvolve mais uma com o Grupo Pachamama. Esta sexta edição do Projeto "Eu Sou+7x7" não envolve apenas jovens da Pastoral da Juventude, mas também de movimento cultural, ecológico e de diferentes denominações religiosas.